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01 novembro 2015

Resenha: Uma história de amor e TOC - Corey Ann Haydu


Uma História de Amor e TOC

Título : Uma História de Amor e TOC
Autora: Corey Ann Haydu
Editora: Galera Record
Páginas: 319
Sinopse: "Bea foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo. De uns tempos pra cá, desenvolveu algumas manias que podem se tornar bem graves quando se trata de... garotos! Ela jura estar melhorando, que está tudo sob controle. Até começa a se apaixonar por Beck, um menino que também tem TOC. Enquanto ele lava as mãos oito vezes depois de beijá-la, ela persegue outro cara nos intervalos dos encontros. Mas eles sabem que são a única esperança um do outro. Afinal, se existem tantos casais complicados por aí, por que as coisas não dariam certo para um casal obsessivo-compulsivo? No fundo, está é só mais uma história de amor... e TOC."

Em Uma História de Amor e TOC, Bea, uma garota de 16 anos tem um probleminha meio complicado: TOC, transtorno obsessivo-compulsivo. Bea, em um primeiro momento, está numa festa lotada e quando há um blecaute, ela está ao lado de alguém que está tendo um ataque de pânico e começa a ajuda-lo na sua crise, beijando o garoto misterioso que logo depois foge. Ela so tem seu primeiro nome: Beck. Em sua terapia, ela sente que está tudo indo a ruinas. Sua terapeuta desconfia do seu comportamento e sua ansiedade, revelando seu TOC.

 “Para minha sorte não entro em pânico em espaços pequenos e escuros ou qualquer coisa parecida. Sou um tipo diferente de louca.”

A excessiva observação e cuidado faz com que Bea participe da terapia em grupo com Jenny, Rudy e Beck, sim , aquele garoto do blecaute. E apesar de Beck não parecer ter algum transtorno, suas feridas nas mãos e sua malhação excessiva explicam as diferentes manias. E porque ela se sente tão intima com ele? Como se ele entendesse a sua doença e compulsão, sendo além de um amor, uma necessidade. Bea manifesta ainda mais a doença e sua amiga, Lisha a ajuda em parte. Os beliscões voa ficando cada vez mais fortes, sua mania de perseguir um casal também e anotar cada detalhe, fora isso ela está se apaixonando por um garoto meio estranho.

”Podemos ser loucos, mas existe uma lógica por trás até mesmo das coisas mais loucas que fazemos.

A leitura é rápida, formal e por vezes, com detalhes  demais. Todos os personagens são bem construídos, mas se tem algo que senti falta foi da vida anterior da Bea, o que causou o TOC, que não foi explicado na história. A partir de Beck, podemos entender bem melhor o que seria o transtorno e o quanto dificulta a vida social dos personagens. Porém, um aspecto que tens que levar em consideração é que a leitura não é romântica, e, sim um jovem adulto que aborda mais a doença e seus efeitos nos personagens do que o amor em si.

Todavia, é por meio de Bea e Beck que podemos acreditar que o amor pode amenizar os efeitos de uma doença, que acreditasse ser muito complicado se não estiver algum familiar, amigo ou amor por perto. A partir do amor, toda cura, toda cicatriz, toda ferida que ainda está aberta pode ser melhorada, basta dar um passo e o amor guiará o restante. Leitura despretensiosa para quem gosta de livros rápidos e que não tenham foque total no enredo romântico.

 NOTA:  ★★★★


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