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21 dezembro 2014

Resenha: Me ajude a chorar, Carpinejar



Título : Me Ajude A Chorar
Autor: Fabrício Carpinejar
Ano: 2014 
Páginas: 156
Editora: Bertrand Brasil
Sinopse : Depois de títulos que refletiam momentos de sua vida pessoal, em Me ajude a chorar, Carpinejar, pela primeira vez, une textos sem um tema central. São crônicas com assuntos variados, mas com uma singularidade: a melancolia e a tristeza. Sempre, obviamente, com a ironia característica. Um livro com sentimentos. Um livro à flor do osso.Carpinejar mostra a sua mais intensa fragilidade, provando que, na verdade, nesta terapia ou catarse literária, todos devem ser muito felizes para suportar a tristeza verdadeira. Me ajude a chorar vai emocionar o leitor de maneira única.Dessa vez, Fabrício não fala a respeito de separação e relacionamentos, mas de temas mais gerais, mais coletivos, que buscam focar também em tragédias mínimas e pessoais, como o caso de uma senhora que estava para perder o marido e só desejava mais uma noite de conchinha com ele. Ela trocaria tudo na vida dela por esta noite.

Por tanto ouvir falar de Carpinejar e por já ter lidos algumas crônicas desse autor, comprei o novo livro na Black Friday. A capa convidativa e fotogênica me encantou. Fabricio é colunista em vários jornais e revistas. No seu novo livro, algumas crônicas já foram publicadas em jornais. A leitura é rápida, divertida e cada texto sem um toque diferente.

Um livro de sentimentos, histórias e pensamentos que nos fazem sorrir, chorar e se emocionar pela verdade das palavras. Textos curtos em que são compartilhados por momentos da infância, adolescência e vida adulta do Fabricio. Amor, separação, divorcio, morte e coisas do cotidiano são abordados.

” Não morro de uma única vez. Não desisto. Não me entrego mesmo que não veja saída. Quando não há porta, eu espero no escuro até ser a porta (…) Não há perda que seja total. Alguém pode me machucar terrivelmente, mas não me leva. Posso permanecer sequelado, mas sei cavar a terra por dentro da terra (…) Cambalear ainda é caminhar.”

Aquele livro para um final de tarde ou noite, para ler e  sentir, lembrar e resgatar da memorias se você já viveu algo parecido ou pensou. Aquele livro que é "aquele" livro de cabeceira, para ler sempre que precisar sorrir ou sentir tudo ou nada. 

Liberdade vem com o tempo, liberdade vem devagar, liberdade é esforço. Não ser do tamanho de nossa prisão, mas ser do tamanho de nossa vontade”

NOTA: 


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