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30 março 2015

Resenha: A Joia, Amy Ewing



Título: A Joia (#1 de Cidade Solitária
Autora: Amy Ewing
Editora: Leya
Páginas: 250
Ano: 2015
Sinopse:" Viver com a realeza pode não ser tão nobre e glamuroso quanto parece...
Joias significam riqueza, são sinônimos de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão.
Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza.
Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente... E terá que lutar por sua própria sobrevivência.
Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco..."

Ual ! O que falar desse livro? Uma distopia surpreendente e que o final me deixou querendo baixar o e-book inglês para matar minha curiosidade. "A Joia" é o primeiro livro da trilogia "Cidade Solitária" da Amy Ewing, sendo lançado esse ano pela Editora Leya, através do selo Fantasy.

Quando vi essa capa, logo lembrei de " A seleção", da Kiera Cass e mantive minha curiosidade sobre esse livro, até assistir o vídeo da Pam quando leu ele na Maratona 24 horas. Se você pensou, como eu, que esse livro teria uma história parecida, se enganou. A Cidade Solitária é dividida em 5 círculos: a Joia,onde a elite vive,o Banco, a Fumaça, a Fazenda e o Pântano, lugar dos mais pobres. Cada ciclo é de uma classe social, rotulando os cidadãos.

As mulheres da Joia, a elite, não consegue ter filhos e quando os têm, nascem com anomalias e morrem. Por isso, existem as substitutas, que quando tornam-se mulheres são treinadas em internatos para exercer sua função no futuro. Logo, que são capazes de ter filhos.

“Falam sobre nós como se fossemos um animal de estimação ou um cavalo premiado. Como se não pudéssemos ouvi-las. Como se nem estivéssemos ali.

As mulheres do Pântano possuem, além de bons genes, alguns dons, podendo definir cor, forma e influenciar no crescimento de algo. No Leilão, essas garotas são vendidas as mulheres da Realeza para terem filhos que não serão delas.

 O livro é narrado pela Violet Lasting, uma garota substituta de 16 anos que é vendida para uma das Duquesas da Joia. Na sua nova casa, Violet se depara com ordens, inveja, ambição e as verdades por trás da vida cheia de diamantes e altos serviços. Suas donas veem essas meninas como descartáveis, como um objeto a ser usado para seus fins de filhos para assumir possivelmente A cidade Solitária. Mas, em meio a uma rede de obediência e submissão, ela conhece Ash, um acompanhante e com ele , ela encontrará mais do que vidas tiradas em comum.

“ -Qual o seu nome?
Meu coração explode em um milhão de fragmentos cintilantes que se espalham pelo meu peito como fogos de artifício.
- Violet - sussurro.
Ele fecha os olhos e respira fundo como se a resposta fosse um enigma ou uma chave secreta.
- Violet - murmura. Em seguida sua boca toca a minha.”

 A Joia conseguiu mais do que me surpreender, uma das melhores distopias de 2015. Uma história tão forte e tensa. Acabei em uma sentada pela curiosidade e que final foi esse? Sem spoilers. Juro! Mas, Amy Ewing escreva logo para o livro ser lançado aqui daqui pra o final do ano, porque não vou sobreviver sem saber como acabou daquele jeito.

Não sei se verei o sol nascer em minha nova vida na Joia. Às vezes, queria não ter nascido uma substituta" 
 NOTA : ★★★★ ♥


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