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21 dezembro 2017

Resenha : Espada de Vidro, Victoria Aveyard


Título: Espada de Vidro
Série: A Rainha Vermelha
1- A Rainha Vermelha (2015)
1.5 - Coroa Cruel (2016)
2- Espada de Vidro (2016)
3- A prisão do rei (2017)
4. War Storm (2018)
Autor: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 496
Sinopse: O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.

   Espada de Vidro começa a partir das mudanças de Mare Barrow no tempo que passou no palácio da família real de Norta. Após a descoberta de seus poderes, mesmo sendo uma vermelha e acusada de ataques rebeldes, Mare encontra refúgio na Guarda Escarlate. Apesar de possuírem a mesma cor de sangue, ela é temida e desprezada por ter poderes que ninguém mais tem.

Todavia, Mare conseguiu uma lista antes de fugir do palácio com nome de outros que tinham sangue vermelho e poderes como prateados. Mare fará  de tudo para encontrar seus semelhantes,para formar um exército de sanguenovos , assim a rebelião trinfará. Mare descobre vermelhos com poderes destruidores: um corpo indestrutível, mudar de forma completamente, voar.

   Mas, além dela, o rei Maven e a Rainha Elara também estão a procura dos sanguenovos. Mare é a arma da rebelião, a garota elétrica, a Rainha Vermelha, a sangue prateada, porém será que ela conseguirá evitar as mortes que estão por vir ou se tornará tão forte e vermelha como a aurora?

Com aquele único gesto, ele mudou meu futuro e destruiu o próprio.”

Depois de mais de um ano sem ler nenhuma continuação de Rainha Vermelha, embarquei na continução da trama. O livro é regado de perigos que permanecem ao longo das 485 páginas. Eu não esperava nada, mas aconteceu quase tudo que me fez ficar grudada no livro. Romance, poderes especiais, personagens novos e um final que me abalou completamente e me deixou arrancando os cabelos. Tem traições, mortes, cenários incríveis e muito descobrimento, afinal Mare não é mais quem era no inicio da história. Ela mudou com tudo o que passou e seu sofrimento e dor estão enraizados em si.Mare se tornou alguém sombria, melancólica e questionável, mas também corajosa, quase invencível demais, realista contando seus defeitos e vivendo seus dilemas.

A narrativa é eletrizante, muita ação, muita rebeldia e um desenvolvimento que melhorou demais. Com boas doses de reviravoltas e com muita sutileza o romance aparece, já que não é o foco da história. UM ponto que me incomodou um pouco foi o pouco parecer dos vilões, mostrados somente pela narração de Mare. Também quanto as intenções de Cal, que foi um personagem confuso na maior parte do tempo. Mas, no geral, não pensei que adentraria de tal forma no mundo de Rainha Vermelha. Adorei o livro e mal posso esperar para ler A Prisão do Rei.


“Um dia ele vai partir ou morrer ou me trair como tantos outros já fizeram. Um dia, ele vai me magoar. “


“Tento não pensar no rosto dos mortos. Passar o tempo todo correndo para sobreviver é uma distração eficaz, mas mesmo a ameaça constante de aniquilação não é capaz de bloquear tudo. Algumas perdas são impossíveis de esquecer. (...) A minha existência foi a sentença de morte deles. E, claro, há aqueles que matei diretamente, por escolha própria, com minhas próprias mãos. Mas esses não lamento. Não posso pensar no que fiz, não agora. Não quando ainda corremos tanto perigo.”




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