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06 fevereiro 2014

A menina que roubava livros - Markus Zusak


Oie gente ! Desculpa, mas as aulas começaram e logo também faltou tempo. Enfim, eu assisti ontem "A menina que roubava livros" finalmente, e vou fazer uma pequena resenha pra vocês, principalmente do filme. Esse foi o primeiro livro que comprei, em 2007, logo na 1ª edição. Então, assistir o filme era esperar tudo de bom !

Autor: Markus Zusac.
Editora: Editora Intrínseca.
Ano: 2011.
Páginas: 480.
Gênero: Romance, Drama.
Classificação: 5/5 estrelinhas 
"A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público."
      Essa semana li de novo, porque já fazia um tempo que nao o li. E senti tudo e mais. A história é narrada pela morte, sim, ela mesma. Que se encontrou com Liesel por algum tempo. A morte conta que a menina tinha a marcado, desejado por alguns momentos ser também humano. Ela foi a fiel companheira de Hitler, viu o judeu escondido no porão da casa de Liesel, seus roubos de livros e suas aventuras com Rudy.

     A história te cativa a cada página e você pode aprender história muito bem. Achei perfeito a morte ser a narradora da história, ela relata que seu papel é duro, viajar pelo mundo, carregar almas nas suas mãos, lidar com os humanos e ser marcado por algumas histórias , como a de Liesel.
Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.
Para quem não gosta de livros grandes, ou de história, não será uma leitura fácil. Confesso que no começo é um pouco cansativo, mas é intrigante ao mesmo tempo. Markus Zusak tem a formula certa para entreter o leitor, pois é um livro dinâmico, é como se você contasse uma história também.
“Uma ideia bonita:
Uma, roubava livros.
O outro, roubava o céu”

Outra coisa que amo são as ilustrações do livro, na verdade são de Max para Liesel, no qual um judeu acaba escrevendo no porão. O filme segue fielmente o livro, mostra as principais cenas dele. Se você quer um motivo para ler ou assistir o filme é este: Liesel e a Morte. A história é magnifica e você verá que a generosidade sobreviveu mesmo nos momentos mais dificies de Liesel.


"Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito."







Assista o trailer e confira um pouquinho:



"Se seus olhos pudessem falar, o que eles diriam ? " 





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