Notícias:O NOVO PÔSTER DE “JOGOS VORAZES – O FINAL”

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Foi divulgado recentemente o novo pôster convidando para a rebelião contra a Capital e também para assistir ao filme. As rosas, que representam o Presidente Snow, que as usa para disfarçar o cheiro do sangue das pessoas que ele matou envenenadas ao longo dos anos, também estão na imagem de promoção do filme.Na trama, que estréia no Brasil dia 18 de novembro, dois dias antes de sua estréia norte-americana, Katniss e os rebeldes, têm seu confronto final contra a Capital e o Presidente Snow.

Lembrando que Jogos Vorazes: A Esperança – O Final“, o quarto e último filme da saga Jogos Vorazes, será o filme mais longo da franquia com quase duas horas e meia de duração. A Lionsgate confirmou a novidade em um comunicado que enviou para a imprensa norte-americana ontem (06).No documento, consta que “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” tem duração exata de 2h 27m.


Resenha:Todo Dia, David Levithan


Todo Dia 

Título: Todo dia
Autor: David Levithan
Editora: Galera Record
Ano: 2013
Páginas: 279
Sinopse:Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Todo vida é uma vida diferente, um corpo diferente, uma família e lugar diferente, porém com uma certeza que "A" continua sendo o mesmo. Há 16 anos "A" tem vivido dessa forma, sem saber o porque ou como, acorda todos os dias como uma pessoa diferente, mas as coisas mudam ao acordar como Justin um dia desses, vivendo de uma forma distinta as horas seguintes como o Justin.

“Não sei como isso funciona, nem o porquê. Parei de tentar entender há muito tempo. Nunca vou compreender, não mais do que qualquer pessoa normal entenderá a própria existência. Depois de algum tempo é preciso aceitar o fato de que você simplesmente existe. 

 Ele começa a agir de uma forma que não agiria normalmente com a namorada de Justin, Rhiannon, percebendo que ela o está fazendo mudar, tornando seu dia único e a partir dai inesquecível. O protagonista da historia acaba se apaixonando pela beleza interior de Rhiannon e depois desse dia, passa a querer encontra-la de todo modo, mesmo não sendo a mesma pessoa todos os dias. Passando a travar uma luta contra sua natureza.

“Que história é essa sobre o instante em que você se apaixona? Como uma medida tão pequena de tempo pode conter algo tão grande? De repente, percebo por que as pessoas acreditam em déjà vu, por que acreditam em vidas passadas; porque não há meio de fazer com que os anos que passei na Terra sejam capazes de resumir o que estou sentindo. O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si -tudo isso reorganizado para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado."

"A" acorda todos os dias em um corpo diferente, tendo de enfrentar situações de acordo com a pessoa que ocupa, independente do sexo, cor, religigão, cultura. Mas, todos tem algo em comum: possuem 16 anos e este é o unico padrao. Imagina ver a vida sob vários aspectos tao distintos e que nos fazem entender as ações daquele personagem naquele momento. Porém, sempre torcendo para que ele encontre uma maneira de alcançar a felicidade.

"Eu sempre fico impressionado com pessoas que sabem que algo está errado  mas ainda insistem em ignorar, como se isso, de alguma forma, fizesse com que os problemas desaparecessem. Elas se poupam do confronto, mas terminam ressentidas de qualquer maneira."

O único que tinha lido do David Levithan antes foi Invisivel e Will & Will  em parceria com John Green e posso dizer que gostei da escrita dele, mas ao ler "Todo Dia" não tenho palavras que diriam o que senti vivendo por "A" todas aquelas vidas. A maneira como ele narra o medo, a insegurança, as fases da adolescência mesmo que levemente, me fizeram refletir sobre meus dias.

"Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado quando é tão óbvio."

A única coisa que faltou a historia foi mais explicações sobre "A", o que ele seria e porque, que alimentou minha curiosidade durante a leitura. No entanto, impossível nao refletir por uma alma que não tem sexo determinado, mas que se apaixonou pela beleza de outra e isso sem preconceitos e sem perguntas.  Vi que foi anunciado que o livro teria uma continuação pelos olhos de Rhiannon, com publicação para o primeiro semestre de 2015 nos EUA.

"As pessoas não dão valor à continuidade do amor, assim como não dão valor à continuidade do corpo. Não percebem que a melhor coisa sobre o amor é a sua presença constante. Assim que você estabelece isso, sua vida ganha uma base extra. Mas se você não pode ter essa presença constante, só tem uma base para sustentá-lo, sempre"

Um belo romance, uma história para refletir e nos questionar que pelo mundo afora existem milhares de pessoas com problemas maiores que os nossos, em que o amor é colocado a prova por questões de cor, raça e cultura. 'A" teve coragem de lutar por esse sentimento, correu e buscou formas de uma vida diferente.

“Quando você experimenta algo grandioso, o momento persiste em toda a parte para a qual você olha, e quer ocupar todas as palavras que você diz.”

Por vezes me encantei com a Rhiannon, pois em meio a uma situação louca ela soube dar valor a “A” . De toda forma , uma obra emocionante, sensível e tocante, que merece ler lida seja em uma tarde como em qualquer horário, porem com atenção e calma. Não pense que “ Todo Dia “ será um romance igual aos demais, este colocará você a se questionar sobre o amor e sua importância.

NOTA:  ★★★★★ 



Texto: Vivo ou morto?

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Minhas condolências ao seu sofrimento, mas acredite, melhor derramar lágrimas do que reprimir aquela gritaria interna em você. Preciso que queira me querer, que pegue meus cabelos e se você quiser, puxe bem. Solte a raiva. Chora. Esperneia. Grita. Urra. Xinga. Porque naqueles dias, não só as mulheres, mas homens também choram. Vai fingir que não fica triste, que na fila do banco não fica irritado, que quando uma gripe te pega de jeito você fica mais apegado a cama do que a sorrisos .

 Não desculpo. Nem me desculpo. Tudo bem ficar louco de vez em quando, agir como lunático, querer jogar tudo para o alto. Fingir alegria e não sentir coisa alguma. Dizer adeus, querendo pedir na verdade, que volte. Não dizer que ama alguém, porque sua cabeça diz que você não vai ser correspondido. E daí? Seu eu te amo pode mudar tudo e não mudar nada. Aposta.

 Joga na loteria. Sai sem rumo por uma hora, por um dia. Escuta aquela música que sua amiga te mandou, que seu amigo mandou para te zoar. Escreve, seja uma palavra, uma frase ou nada. Faça caras e caretas. Brinca. Joga as coisas na parede. Bata a porta.

Diga tudo.
Não diga nada.
Cala a boca.
Não calo.
 Me deixa em Paz.
Não deixo.
Me esquece.
Não esqueço.
Fura daqui, se não vou falar merda.
Fala. Fala tudo e diz mais. Eu estarei aqui, se quiser rir. Se for para chorar, vou bater na sua porta e te abraçar, se quiser beijo só para sentir teu gostinho salgado. Lavou a alma? Ainda não. Vai para a chuva. Pula as ondas. Deita na areia. Finja ser um anjo. Super mulher. Não quero. Não queira. Construa castelos. Eu chutarei. Derrubarei, de brincadeira. Te ajudarei a reconstruir.

 Moraremos juntos? Somos um lugar. Não seja perfeito. Não quero.
Não desejo.
Seja bom, não seja.
Me deixa, não deixo.
Escrevi embaixo, assino do lado, eu não te deixaria virar sua vida de cabeça pra baixo.
Sinto muito. Não sinto não. Quero que você sinta, sempre muito. 


Resenha:The Game #1 - Anders de La Motte


[O Jogo]

Título:Trilogia The Game # 1
Autor: Anders de la Motte
 Páginas: 272
Editora: DarkSide
Gênero: Suspense e mistério
Ano : 2015
Sinopse: [O Jogo] - Você quer jogar? É só um jogo. Isso é o que pensa Henrik “HP” Peterson, protagonista da Trilogia The Game, ao aceitar um convite anônimo, via celular, para participar de missões inusitadas pelas ruas de Estocolmo. Mas a cada tarefa cumprida, e devidamente compartilhada na rede, ele tem a sensação de que a brincadeira está ficando séria demais. Será paranoia? Ou será que HP está realmemte caindo numa poderosa rede de intrigas, com conexões que poderiam chegar aos responsáveis pelo assassinato do primeiro ministro sueco em 1986 ou até mesmo aos ataques do 11 de setembro? Quem afinal está por trás desse JOGO? Você tem coragem de investigar? Então você precisa ler [O Jogo], primeiro livro da Trilogia The Game, de Anders de la Motte. Uma saga eletrizante que combina a escola sueca de suspense (vide Stieg Larsson) com o vazamento de informações no mundo pós Edward Snowden. Anders de la Motte é um ex-policial e diretor de segurança de informação de uma das maiores companhias de TI do mundo. Está desenvolvendo uma série para a TV americana com o produtor executivo de Homeland e 24 Horas. A Trilogia The Game conta a história de HP, o pequeno trambiqueiro que está só contando o tempo necessário para largar o subemprego e voltar a receber o seguro social. A outra jogadora é a detetive Rebecca Normén, recém promovida para o grupo de elite do Serviço de Segurança sueco. Enquanto sua carreira decola quase por acaso, mensagens anônimas deixam claro que segredos do seu passado não estão tão bem guardados assim. Fenômeno em diversos países, a Trilogia The Game é surpreendente, divertida e assustadora na medida certa. Um thriller dos tempos de hoje, onde tudo o que acontece numa tela touchscreen já não pode mais ser considerado virtual. 

Depois de várias chamadas do Geek Freak sobre a trilogia The Game, resolvi comprar o livro e acabei me surpreendendo muito, até porque toda a diagramação da DarkSide já te conquista.

 Inicialmente somos apresentados ao HP(Henrique Pettersson),  um homem instável, que não tem emprego, namorada, amigos próximos e nem familiares. Em um dia, ele encontra um celular perdido no metro e recebe mensagens misteriosas que o convidam a participar de um jogo, que funciona como aplicativo de celular e nas mensagens contem missões a serem executadas, acumulando pontos que depois serão trocados por dinheiro.

 Enquanto isso, Rebeca já passou por momentos traumáticos na sua vida, é insegura e não consegue ficar em relacionamentos longos, devido ao seu antigo amor conturbado. Dois personagens diferentes, com objetivos e vidas distintas, mas que suas histórias estarão conectadas em algum momento e é nesse jogo que não é apenas um game qualquer.

Fiquei dividida quanto a minha avaliação da história. Eu gostei muito, tem uma pegada de mistério e suspense que abrange muitos personagens e me levou a conclusão que li e não era aquilo que eu pensava, tinha algo bem maior por trás. O livro vario de interessante para morno em alguns momentos, mas a história é louca e insana, relacionando o mundo cibernético com missões impossíveis .

A continuação será lançada pela DarkSide ainda esse ano e trará o desenrolar de HP nesse jogo que ele pensou que tinha terminado bem.Para quem adora romances policiais e uma variação de suspense, esse é o livro. Lembrando que a edição da DarkSide é em capa dura e ainda vem um marcador em forma de celular.

NOTA:  ★★★★ 

Resenha:Á procura de Audrey - Sophie Kinsella


À Procura de Audrey

Título: À Procura de Audrey
Autora Sophie Kinsella 
Editora: Galera Record
Páginas: 334
Ano:2015
Sinopse: Audrey, 14 anos, leva uma vida relativamente comum, até que começa a sofrer bullying na escola. Aos poucos, a menina perde completamente a vontade de estudar e conhecer novas pessoas. Sem coragem de sair de casa e escondida por um par de óculos escuros, a luz parece ter mesmo sumido de sua vida. Até que ela encontra Linus e aprende uma valiosa lição: mesmo perdida, uma pessoa pode encontrar o amor.

A rainha do chick lit fez um dos melhores YA do ano: um romance sobre família, amor e depressão.

Audrey, de 14 anos é uma adolescente quase comum, mas sofreu tanto bullying que começa a usar óculos escuros, a ter medo de fazer contato com qualquer pessoa que não seja da família, sair de casa. Sempre com seus óculos no seu escritório escuro, ela se fecha. Porém, quando um amigo do seu irmão, Frank chega a conviver mais na casa da família, ela percebe que o amor pode encontra-la mesmo na escuridão e Linus pode ser o responsável por isso.

"Episódios. Como se depressão fosse um seriado de comédia com um bordão engraçado. Ou um box de série com um suspense diferente para cada final de temporada."

Sua mãe é obcecada em Daily Mail, um jornal diario. Seu irmão mais novo tem 4 anos e o outro , Frank é viciado em videogames, principalmente no Loc( Land Of Conquerors) e entre todos, o mais equilibrado é seu pai, que vive trabalhando com seu blackberry, sendo neutro nas decisões da casa. 
Audrey por nao frequentar a escola vive assistindo TV no seu escritorio, faz terapia e logo no inicio podemos conhecer um pouquinho de sua vida. Além de nao sair de casa, nao conseguir olhar nos olhos das pessoas, ela perdeu sua confiança e sempre se acha idiota, burra e começa a se odiar por tal ação.

 Mas, Linus,amigo e parceiro de videogame do seu irmão a conquistará de tal forma, que mudará o jeito que ela vê o mundo. Começa com bilhetes, depois com conversas, mensagens e toque, até o ponto que ela gosta tanto dele que vence sua doença por certos momentos.

"Eu acho que o que eu percebi é o seguinte, a vida é feita de subidas, e então você escorrega, e levanta de novo. E não importa se você escorrega. Contanto que você esteja indo mais ou menos pra cima. Isso é tudo o que você pode querer. Mais ou menos pra cima."

Passei a ficar apaixonada por Linus, sua atenção com Audrey,ajudando-a  superar seus medos, a encarar a realidade e a mostrar a fortaleza que existe em si mesma.

 A única coisa que não ficou evidente foi o que ocasionou o transtorno de ansiedade da Audrey, que até agora não entendi. Á  procura de Audrey foi mais do que se apaixonar pela escrita de Sophie Kinsella. Com uma boa dose de humor, realidade , você vai querer superar seus medos e dificuldades ao acompanhar a Audrey em seu documentário sobre sua vida. Chamando atenção para o que o bullying pode fazer com alguém, Sophie trabalha bem com o perfil psicológico de Audrey, mostrando o quanto mal lhe fizeram e o que ela se tornou.

"Não vai ser para sempre. Vai ficar no escuro pelo tempo que precisar, então vai sair."

NOTA:  ★★★★ ♥

Projeto "Escrevendo sem medo": Tema #04



Sou daquele tipo que gosta de pensar demais no futuro: o tempo que levarei para me formar, como me casarei, quantos filhos terei, a casa e a enorme estante que terei. Nada demais pensar um pouco mais à frente, não é? Olho pouco para o passado nos últimos anos e tento ser atemporal a meu tempo.

Daqui a 10 anos, desejo ler meus diários, rir daquele amor bobo que eu sentia na adolescência, acreditar que o tempo que passei estudando nunca foi em vão, aceitar que meus erros não sumirão da minha vida, mas serviram para me ensinar a viver mais, sem me machucar. Logo, pensarei também nas alegrias que vivi e no quanto amei, mesmo de maneira introvertida. Gosto de pensar nisso e mais ainda tentar olhar 10 anos à frente. Colocar os olhos em um telescópio que pudesse me visualizar no futuro, me ver vestida de branco, com o cabelo médio, um sorriso ainda largo no rosto, salvando vidas e se o tempo der, ainda escrevendo, mesmo sem ser profissional, mas como uma garota(garota?) Atrevida mesmo, que começou aos 8 e não parou aos 30. 

Já parou os minutos para pensar nos anos futuros? Ou você é aquela pessoa que vive o momento? Calma lá, também sou assim. Pelo menos, estou tentando não planejar tanto, não escreve nas 3 agendas meus compromissos diários, que insistem em ditar minhas horas. Qual tipo de compulsão será essa? Nem eu sei dizer, mas deixo os dias irem aos poucos, querendo que as horas sejam ora rápidas, ora lentas, dependendo do momento e da companhia.

 Não procuro pensar muito e se penso, tento não colocar tanta expectativa, sabes que o destino pode fazer a maior montanha russa do parque de diversões: sua vida. Se subo e desço, tudo bem. Todos têm seus momentos. Se fico pensando nos nomes dos meus filhos, nas raças dos meus cachorros, nos livros que terei( sou viciada , gente!) e se me vejo como adulta( coisa que acho difícil aceitar, mas aceito), então assim escreverei no meu diário na fase dos trinta. Eu cresço. Amadureço. Crio asas e tento todos os dias voo alto, visando para os lados, mas ansiando chegar naqueles sonhos que quero viver. Por mim. Para mim, só para ver o que o futuro me reserva e talvez seja bem melhor do que imaginei.


Tema #4 do Projeto Escrevendo sem Medo criado pela Thamiris Dondóssola do blog Historiar

Bia, 27 anos, mora em João Pessoa, PB. Fisioterapeuta, instrutora de pilates e amante da literatura. Sempre foi amante de livros desde criança e em 2014 criou o Blog Meu Coração Literário para compartilhar sua paixão. Além de ser viciada em café, series e filmes. Pensa em ser muitas coisas, mas de uma ela tem certeza: leitora assídua nunca deixará de ser.




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