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13 julho 2014

Resenha: Como viver eternamente ,


Título: Como viver eternamente

Autor(a): Sally Nicholls

Editora: Geração Editorial
Páginas: 230
Ano: 2008

Sinopse :Sam ama fatos. Ele é curioso sobre óvnis, filmes de terror, fantasmas, ciências e como é beijar uma garota. Como ele tem leucemia, ele quer saber fatos sobre a morte. Sam precisa de respostas das perguntas que ninguém quer responder. ”Como Viver Eternamente”, é o primeiro romance de uma extraordinária e talentosa jovem autora. Engraçado e honesto, este é um livro poderoso e comovente, que você não pode deixar de ler. A autora tem apenas 23 anos e embora seja seu primeiro livro, ele está sendo lançado em 19 países, dirigido a crianças, adolescentes e adultos. 

Como viver intensamente é um livro com uma história encantadora e surpreendente. É doce e romântico, divertido e inspirador. Sam é um garoto de 11 anos e que têm câncer. Ele sabe que vai morrer, mas nao se deixa dar por vencido. Ao lado de seu amigo, Félix, Sam vai buscar realizar seus últimos desejos. O livro é bem cativante, com uma narrativa leve, capítulos curtos e partes engraçadas. Rápido de se ler, porém envolve questionamentos sobre a vida.
"A leucemia sempre volta. Eles pensam que já curaram, mas ela volta. Não para todo mundo. Fato: oitenta e cinco por cento das pessoas ficam curadas para sempre. (...). Isso quer dizer a maioria das pessoas. Porém, no meu caso ela sempre volta."
Por Sam ter leucemia e pela sua condição, ele passa a ter aulas em casa junto com Félix, que também é sobrevivente do câncer. Entre perguntas, a professora particular deu a tarefa deles escreverem um livro. Logo, Sam começou o seu. Sam começa a narrar sua história e todas as dificuldades da sua vida e dos seus familiares. Narrativa simples, mas verdadeira, a escrita desse garotinho pode te emocionar.
"Morrer é a coisa mais boba de todas. Ninguém lhe conta nada. Você faz perguntas, e eles tossem e mudam de assunto." 

Adorei o livro. Li-o em menos de um dia e fiquei pensando no quanto Sam conseguiu viver da forma que queria, realizando todos os sonhos que podia e a "maturidade" que ele teve em lidar com a morte e compreende-la. Uma bela mensagem de maneira simples e reflexiva.
"Vovó diz que é errado olhar as coisas a partir desse ponto de vista. Ela diz que morrer é como largatas virando borboletas. Ela diz que é claro que é assustador, como também deve ser para as lagartas quando entram no casulo. Mas o que aconteceria se, por exemplo, as lagartas saíssem por aí dizendo 'Ah, não, chegou a hora de entrar no casulo, não é justo'? Não haveira borboletas - é isso que aconteceria." 
Nota:  ★★★★


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