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12 agosto 2014

Esse tal de amor


É tão complicado falar sobre isso, esse tal de amor, a palavra central de poemas, crônicas, músicas. E falar de desilusão amorosa? Ah, isso ai é clichê demais. Choro, dor, briga, raiva é comum demais. A mesma melodia: conhecer, se apaixonar, ter raiva, amar, quem sabe voltar ou acabar? 

Aquela velha  palavrinha que deixa alguns no céu e outros que a odeiam tanto que fogem mais que bandido. Amor é bandido mesmo, rouba o que tem de mais precioso e tem aqueles que rasgam, ferem e machucam de tal forma que seu peito fica mais frio que o habitual. Ando cansada do amor. Não vá me achar chata, nem nada do tipo.

 Mas, amar também doí e isso eu sei e você também.Quem nunca sofreu por amor? É ai que tem que escrever sobre o que sinto e o que isso me faz. Amor é lindo quando se é recíproco, quando é posto a prova e sobrevive. Em tempos de monotonia, ele continua sendo a diversão da sua vida.

 Amor é ação, é perdão, é entender o outro só pelo olhar e alegrar só pelo jeito de falar. São respostas para as perguntas que insistimos em fugir. Um buraco que se jogados dentro, ficamos embriagados a ponto de largar as nossas atividades mais mecânicas para amar. 

Agora bateu a preguiça de falar de amor e mais ainda de amar. É trabalhoso demais, desgastante demais e valioso demais. Nem sei quantas experiências já tive sobre amor, se teve uma essa me bastou. Amor é difícil além da conta, sou mais escrever. 

Continuo sem entender esse amor que vive apesar do tempo e que o pouco que se tem é muito precioso para se deixar para lá. Já é difícil demais escrever sobre amor. Amor que rege, aparece, desaparece, encontra, vasculha a sua vida atrás de uma brecha para abrir seu coração e invadir, morar ali. 

Enquanto eu escrevo, fujo o mais rápido que posso. Para esse bendito do "love" não me encontrar. Deixa, me deixa para lá.



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