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09 setembro 2014

Der a dor.

Da janela pude ver de tudo: gritaria, confusão e agonia. Não sabia que no meu papel poderia transparecer tanto de mim assim.

Tudo o que ela sempre quis foi calmaria. Só que conseguiu amor e dúvidas mais ainda. Isso é certo, isso é errado. Timer errado. Tudo errado, não é, minha menina?

Brinca com a vida e ela brinca com a tua. Reciprocidade sempre, querida.
Antes um amor, maior, melhor, difícil e tentador.
Misturas, explosões, estralos de dedos, suspiros e sorrisos. 

Está meio difícil de suportar, de colocar na cabeça que promessas não existem, não para sempre. Que tudo muda, de melhor para o pior ou o contrário.

Essa coisinhas sempre ambíguas. Aqui se dá, aqui se tira. Beijos desfalecidos. Abraços não sentidos.Lágrimas sofridas. Segue vida, segue.

Quando acordei hoje, não de forma melhor. 
Preguiçosa, manhosa e dolorida. 
Meu coração está destruído, quebrado no meio, tudo pela metade, menos inteiro. 

Nunca pensei que a dor fizesse parte da rotina de alguém, mas agora faz da minha e a ela eu conheço bem.


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