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09 setembro 2015

Resenha:A Rainha Vermelha, Victoria Aveyard

A Rainha Vermelha
Título: A Rainha Vermelha #1
Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Páginas: 424
Ano:  2015
Sinopse :Uma sociedade definida pelo sangue. Um jogo definido pelo poder.
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.
A rainha vermelha estreou em 1º lugar na lista do New York Times, e continua no ranking deste então. O diretos para cinema foram adquiridos pela Universal, que fará o filme com roteiro de Gennifer Hutchison (Breaking Bad) e produção de Benderspink (Efeito Borboleta) e Pouya Shahbazian (Divergente).

No momento que vi o livro A Rainha Vermelha me lembrei daquela capa maravilhosa de Mentirosos. Mas, capas á parte, foi por tanto ouvir falar que não podia deixar de fora esta distopia/fantasia. 

Uma distopia YA que traz uma sociedade dividida pela cor do sangue: Prateados, pertencente á elite; e vermelhos pertencente á plebe. Porém, os prateados são diferenciados pelos poderes sobrenaturais que possuem. No início somos apresentados a Mare Barrow, uma garota de origem vermelha, que vive na miséria e sempre roubando para garantir sustento da sua família. Podemos ver o sentimento de injustiça e uma sociedade segregada internamente.

“Muitos vibram em acordo. Precisei de toda a minha força para não pular em cima desses covardes que jamais estarão na frente de batalha ou enviarão seus filhos para o combate. A guerra prateada deles é paga com sangue vermelho.

Mare é uma personagem forte, determinada que luta pelo que acredita. Depois de alguns dias acontece um evento inesperado e ela é levada para a cidade prateada e descobrem que ela é diferente. Mare não procura romance e esse foi um dos pontos positivos do enredo, o fato do romantismo está em segundo plano. Ela tem objetivos e tudo para ver o cenário melhorar.Em meio a conflitos com o aparecimento da Guarda Escalate que desafia os prateados, Mare precisa escolher um lado e lutar em busca de justiça.

O mundo é prateado, mas também cinza. Não existem o preto e o branco.

Mesmo tendo reparado elementos comuns de distopias e ter me lembrado um pouco de Trono de Vidro, o toque de poderes sobrenaturais aos prateados foi interessante diante da guerra por justiça. E lembre-se: Todo mundo pode trair. Essa é uma frase que com o passar da história vemos ser a mais pura verdade em todos os capítulos.

"Tanto quanto eu queira ficar aqui, parar o tempo e fazer com que esse momento dure para sempre, eu sei que isso não é possível. O que quer que eu sinta ou pense, Cal não é o príncipe a quem eu estou prometida. E mais importante, ele está do lado errado. Ele é o inimigo. Cal é proibido."

Uma garota que é elevada sem querer. Da simplicidade para a vida real, que lutará para ficar com os seus, e até mesmo combater aqueles considerados superiores.


"Parte de mim deseja se submeter às correntes, a uma vida cativa e silenciosa. Mas eu já vivi uma vida assim, na lama, nas sombras, numa cela, num vestido de seda. Jamais serei submissa de novo. E jamais vou parar de lutar."

Uma distopia incrível, cheia de reviravoltas, repleta de ação e elementos comuns e diferenciais das distopias atuais. Vale a pena dar uma conferida, porque estou extasiada com o final desse livro e ansiando pelo seguinte.

"E nós vamos nos levantar. Vermelhos como a aurora."

 NOTA:  ★★★ 


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