• Cinema
  • Inspiração
  • Leitura
  • Música
  • Playlist
  • Resenha
  • Série
  • Texto
  • Vídeo
13 maio 2016

Resenha :"Capitão América: Guerra Civil"

  Capitão América: Guerra Civil foi um ótimo filme do universo cinematográfico, mas, se comparado à HQ (salientando que isso é um erro, uma vez que os universos são diferentes), é carente de personagens e com um enredo que fugiu da sua gênese, mas que ainda assim conseguiu ser fantástico, coerente e extático dentro do mundo cinematográfico; cumprindo com seu papel de fim de trilogia, sem deixar de fazer pontes aos futuros filmes da Marvel.
   Além de explorar a grande maioria dos heróis do universo cinematográfico mostrando seus pontos fortes, Guerra Civil também faz ponte aos mais novos heróis como Pantera Negra e Homem-Aranha (parceria entre Sony e Marvel).
   A adaptação de Civil War para fazer parte da trilogia do Sentinela da Liberdade nas telas de cinema, foi impactante e repleta de dilemas para seus respectivos espectadores; uma vez que não há um lado totalmente certo, dividindo até mesmo os fãs mais assíduos e veementes quer seja do Capitão América ou Homem de ferro.
Ainda podemos contar com as clássicas referências da Marvel, seja no seu enredo ou dublagem (caso do termo “Zé Pequeno” usado pelo Falcão, interpretado por Anthony Mackie, em relação ao Homem Formiga, interpretado por Paul Rudd; referenciando claramente o filme “Cidade de Deus”). Já no enredo, é notável a criação do Tratado de Sokovia, onde os Vingadores passam a ser um “exército do governo americano”, sendo assim, seus respectivos subordinados. O fato do Governo querer montar um exército de super-heróis nos arremete à ideia das questões militaristas e preventivas durante o período da Guerra Fria, onde um forte exército protegia seus respectivos aliados (OTAN, bloco capitalista; Pacto de Varsóvia, URSS) das ameaças inimigas, ordenando ataques quando lhes fossem convenientes.
   Há também há ascensão do mais novo vilão do universo cinematográfico Marvel, o Barão Zemo, que, modesta parte, não foi tão bem explorado como deveria, mas sua aparição e participação foram deveras satisfatória, uma vez que foi mostrado fidelidade às HQ’s quando é exposto o ódio e desejo de vingança de Zemo por Steve.
   Contudo, não podemos (ratificando novamente) comparar o universo cinematográfico com o universo dos quadrinhos, mas sim deliciarmo-nos com as referências feitas a eles. E no mais, nos resta apenas aguardar os mais novos lançamentos da Marvel, como X-men Apocalypse, em maio, e Dr. Estranho, em novembro.


divulgar

comentar


Comentário(s) pelo Facebook:

Nenhum comentário:

Postar um comentário